Sábado, 17 de Maio de 2008

Meio ambiente... Hum... E a fome?



Pérola achada. Faço questão que todos leiam.

Em 2000, durante a Assembléia das Nações Unidas entre 189 países foi firmado um compromisso para diminuir as desigualdades e melhorar o desenvolvimento humano no mundo.

Os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio são um conjunto de oito macro-objetivos – os populares oito jeitos de mudar o mundo – a serem atingidos pelos países até o ano de 2015, por meio de ações concretas dos governos e da sociedade.

São eles: Acabar com a fome e a miséria; Educação básica de qualidade para todos; Igualdade entre sexos e valorização da mulher; Reduzir a mortalidade infantil; Melhorar a saúde das gestantes; Combater a AIDS, a malária e outras doenças; Qualidade de vida e respeito ao meio ambiente; e Todo mundo trabalhando pelo desenvolvimento.

"Acabar com a fome e a miséria" não à toa é o objetivo número um. Não dá pra estudar, ser saudável, ter qualidade de vida e desenvolvimento quando se tem fome e se vive abaixo da linha da pobreza, não acha?

Vejo pessoas celebrando o Dia da Terra, fazendo campanhas pelo meio ambiente – reciclagem, bolsas de pano ou lona, fraldas de pano nos bebês, controle de água e luz etc. e tal. Acho sinceramente bonito – até porque morar na Amazônia faz com que o meio ambiente seja um item bem próximo da minha realidade – mas eu venho me perguntando e resolvi perguntar a você, leitor verde: Você vai salvar o meio ambiente e isso é lindo, mas quem é que vai viver daqui a um tempo no mundo que você está tão preocupado salvando hoje? Quem aqui além de salvar o meio ambiente está salvando o próximo?

Repito: “Acabar com a fome e a miséria” não à toa é o objetivo número um.

Mais que uma iniciativa do governo, essa tem que ser uma bandeira da sociedade. E sem essa de que você já paga impostos demais e o governo que se vire. A situação da humanidade chegou a um ponto que toda e qualquer ajuda é bem-vinda, e nesse aspecto não custa lembrar do velho mandamento de Jesus que diz: "Amareis o vosso próximo como a vós mesmos".

A frase de Betinho - "Quem tem fome tem pressa" - já virou clichê, mas nem por isso deixa de ser verdade. Dar cestas básicas, água potável e gelada, distribuir pão e sopa esporádica ou religiosamente pode não resolver definitivamente o problema das pessoas que vivem nessa situação. Mas ajuda.

Quem tem esse tipo de iniciativa percebe em pouco tempo que, ao doar alimentos a quem tem fome, está se alimentando também. Alimentando a alma, o coração.

Acredito que para mudar o mundo a gente deve começar pela nossa casa, nosso bairro, nossa cidade. Temos que partir do micro para o macro. Gandhi e Luther King são exemplos disso: suas causas micro ganharam proporções macro e vivem entre nós até hoje.

Descruzar os braços e lutar pelo que se acredita é bom. Quando o que se acredita é a pessoa que está ao seu lado, nas ruas, praças e esquinas da sua cidade, suplicando silenciosamente por sua ajuda, é melhor ainda. É a luta ideal.

Escrito por Luciana.
Extraído do Site Interney/Blog Cintaliga.

Fotografia:Flick/Creative Commons/Galeria de Ari Rios

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Sexta-feira, 28 de Março de 2008

O futuro das mangueiras de Belém


O agouro que paira sobre o futuro das mangueiras de Belém, colocando em risco o meio-termo entre progresso e qualidade de vida, deve-se, particularmente, ao abandono com que as autoridades municipais e estaduais vêm, ao longo dos últimos anos, tratando a questão ambiental, de vital importância não só para a cidade, como para o belenense e para o visitante.

O descaso com as seculares mangueiras, contudo, não pára por aí...

Essas pérolas alimentícias (carnes belemitas que nos galam saborosas mangas a cada chuva das quatro....) tão adoradas em nossa mesa insossam-se à omissão das autoridades e políticos em geral, que não dão à questão ambiental o valor devido; a ação de depredadores e dos próprios moradores que, movidos pelo descaso, estão abandonando a própria sorte do tempo, as empurrando para a extinção, morte que deveria ser evitada, pois se trata de uma questão social que afeta profundamente a beleza da cidade।

Foto: Galeria de Fernanda Melonio
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Domingo, 23 de Março de 2008

Brasil abraçará a Amazônia dia 28 de março em Blumenau!



"A Floresta Amazônica é patrimônio nacional, e sua utilização far-se-á, na forma da lei, dentro de condições que assegurem a preservação do meio ambiente, inclusive quanto ao uso dos recursos naturais”.
§ 4º, do Artigo 225 da Constituição Federal)


Sob o comandado do Embaixador Universal da Paz, pelo Cercle Universel des Ambassadeurs de la Paix, Sr. Gustavo Siqueira - o mais jovem emissário no Planeta, incumbido de priorizar ações referentes ao meio-ambiente -, padrinhos famosos e anônimos aportarão em Blumenau, Santa Catarina, para "Abraçar a Amazônia" e receber o "Prêmio Gigante"! O Prêmio será a primeira festa de premiação do Sul do Brasil com o selo Carbono Neutro (Max Ambiental) e conta com o apoio dos "Verdes sem Fronteiras"!

Entenda o Prêmio Gigantes - Abraçando a Amazônia

A cada ano visando reconhecer quem, publicamente, preserva o meio ambiente, o "Prêmio Gigantes" busca uma temática que além de despertar interesse, provoque uma reflexão moderna sobre questões que influenciam diretamente o cotidiano das pessoas. "Já enfocamos desde a importância da juventude até o orgulho em ser brasileiro. Sempre com sucesso de público, de crítica e uma ampla divulgação nacional. Por que não aproveitar um evento deste quilate, que ecoa comentários por todo o país, para discutir a sustentabilidade no Planeta? Resolvemos instigar a responsabilidade ecológica abraçando a Amazônia como o tema central do Gigantes de 2008! E, principalmente, contextualizar as questões sócio-ambientais da nossa aldeia global com a da maior floresta do mundo! Afinal, a consciência ecológica de um Planeta começa na casa de cada um de seus habitantes! Como já dizia Peter Drucker a melhor maneira de prever o futuro é criá-lo, explica Gustavo Siqueira"

Por que falar da Amazônia em Blumenau?

A maior área florestal do mundo, a Amazônia, será homenageada com ações que visam orientar os brasileiros sobre o desenvolvimento sustentável. Segundo Gustavo Siqueira, Blumenau ocupa importante papel no contexto ambiental. Foi a primeira cidade do País a contar com um órgão municipal de proteção ao meio ambiente, conta com 67% de sua área coberta por vegetação e uma área pública destinada ao verde que corresponde a 17,7 vezes o recomendado pela Organização Mundial das Nações Unidas (ONU). Blumenau é o cenário perfeito para realizar o Prêmio Gigantes!

Homenagens Especiais Confirmadas

1) Manifesto Amazônia para Sempre: capitaneados pelos atores Christiane Torloni, Juca de Oliveira e Victor Fasano. Depois de gravar a minissérie na floresta os atores movimentam o país com listas de assinaturas para garantir as leis que regem a conservação da Amazônica. Visando contribuir com o Manifesto que visa entregar 1 milhão de assinaturas ao presidente Luís Inácio Lula da Silva, o Prêmio Gigantes elegeu padrinhos e madrinhas e imprimiu mais de 50 mil cópias do abaixo-assinado. A idéia é fazer a entrega oficial do material aos atores no dia 28 de março.

2) Mario Christian Meyer: é fundador e presidente do PISAD EUROPE (Programa Internacional de Salvaguarda da Amazônia, Mata Atlântica e Ameríndios para o Desenvolvimento Sustentável) em Paris - França, em parceria institucional e financeira com a UNESCO - Programa 00 BRA 603: Amerindian Communication and Sustainable Economic Development Programme for a Culture of Peace. É professor convidado junto à Universités de Paris - Sorbonne e membro titular da Société de Médecine de Paris. Especializado em neuropsiquiatria, o professor Meyer representa um novo tipo de advogado da Amazônia. Trabalhando com universidades ocidentais renomadas tais como a Sorbonne, instituições científicas tais como a Faculdade de France e organizações internacionais como o UNESCO, o Professor Meyer tem dedicado sua vida, por mais de doze anos, ao desenvolvimento e à proteção auto-sustentável da Amazônia. Como um perito de cooperação científica e tecnológica em biotecnologia, ethnofamacologia e em ciências ambientais, dedica-se a profundos estudos de salvaguarda das Diversidades Biológicas e Culturais da Amazônia, propondo formas de desenvolvimento sustentável. Seus estudos são publicados em renomadas publicações científicas, como a LAROUSE.

3) Anne Louette: Formada pela faculdade de administração da Fundação Getúlio Vargas. É diretora estatutária e voluntária do Reciclar desde 1998. Trabalhou no Instituto ETHOS de Empresa e Responsabilidade Social como coordenadora de um novo projeto, tratando-se do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente. Criou a área de Responsabilidade Social Empresarial (RSE) da Fiesp - Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, onde elaborou e coordenou importantes projetos. Na Funap – Fundação de Amparo ao Preso, exerceu a função de Diretora de Atendimento e Promoção Humana. Por ora, elabora e coordena duas publicações com o apoio institucional dos principais ícones da RSE no Brasil: “Gestão do Conhecimento - Compêndio de Ferramentas de Gestão de Responsabilidade Socioambiental, uma Contribuição para a Sustentabilidade” e “Indicadores de Sustentabilidade de Nações – uma Contribuição para o Diálogo da Sustentabilidade”.

4) Mário Reis: nascido em Blumenau (SC), é industrial, escritor, palestrante e ecologista. É também o diretor presidente e fundador da ARTEPLAS Artefatos de Plástico Ltda., com sede em Itajaí (SC), cuja atividade originária era a fabricação de sacos plásticos (embalagens), tubos e canos. Entretanto, com sua larga visão empresarial aliada a uma personalidade investigativa e criativa, resolveu fabricar cordas de alta resistência, garrafas PET como insumo de seus produtos. Hoje, a ARTEPLAS é a maior recicladora de garrafas PET da América Latina e dispõe de um parque industrial de 46 mil metros quadrados, sendo 10 mil de área construída, de onde saem cordas, fibras e filamentos para os mercados brasileiro, latino-americano e norte-americano. Ecologista ativo, desenvolveu diversos projetos de preservação e educação ambiental, o que o levou a recebeu inúmeros prêmios e comendas ecológicas, não só no Brasil, como exterior.

Educação Ambiental

A mudança de postura em relação á natureza só tem sentido com a educação. O Prêmio Gigantes estará doando as escolas da região os livros desta edição do evento e um manual para os professores trabalharem com a temática de forma multidisciplinar. O projeto propõe debates sobre conservação do meio ambiente e preservação da biodiversidade elaborado pelos mestres e doutores do Centro de Educação da Universidade Regional de Blumenau (FURB).

A obra, além de perfilar os homenageados e suas ações de responsabilidade, vai contar, com frases de alunos de escolas públicas sobre a sustentalibilidade. Uma equipe de educadores ambientais está selecionando informações importantes sobre a Amazônia e sua contextualização com a realidade ambiental de nosso Estado para ser publicado em forma de “lembrete” em cada página do livro.

Homenageados Prêmio Gigantes da Ecologia - Edição 2008

Tributo
Prof. Dr. Mario Christian Meyer (Paris – França)
Bradesco - Banco do Planeta

Homenageados Especiais
Anne Louette
Chico Mendes (in memorian)
Gert Roland Fischer
Manifesto Amazônia para Sempre (Christiane Torloni, Victor Fasano e Juca de Oliveira)
Mário Reis

Homenageados Gigantes 2008
Águas de Itapema
Associação de Municípios do Médio Vale do Itajaí (AMMVI)
Associação de Pais e Amigos do Basquetebol
BN Papéis
Buettner
Cia. Hering
Club Soroptmist International
Colégio Shalom
Enredo “Amazônia” – Escola Vale Samba
Fundação Municipal do Meio Ambiente de Blumenau (FAEMA)
Haco Etiquetas
Ipel
Irmãos Fischer S.A
MaxAmbiental
Módulo Sustentável Arquitetura
Momento Engenharia Ambiental
Núcleo de Gestão Ambiental da Associação Comercial e Industrial de Blumenau (ACIB)
Projeto “A Cultura Abraça o Meio-Ambiente” - FCB
Projeto “Plante Vida”
Projeto “Troque Lixo por Livro”
Minissérie Amazônia, de Galvez a Chico Mendes – Glória Perez
Revista Caras
Risotolândia
Scal Tintas e Toners
Shopping Neumarkt
SZ Comércio de Embalagens e Sucatas
Taschibra
Naguchi

Mais Informações:
Gustavo Siqueira 47 3326-3750 - 9103-3434
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Idealização e Autor do Texto: Gustavo Siqueira
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Sexta-feira, 21 de Março de 2008

Preservação - moderna utopia?


Principais lideranças mundiais falam muito na preservação do meio ambiente, mas pouco fazem pelo tema, se preoculpam com os efeitos da má gerência dos recursos naturais das nações em desenvolvimento, mas se esqueçem que além de serem os maiores destruidores da camada de ozônio, sobretudo são os que se esquecem do resto do planeta, que pulsa, vive, sofre... São países que detém extrema habilidade para explorar, roubar e provocar a destruição do planeta... São países que incrementam o caos universal, posto que ignoram a agonia dos povos afetados, porque pensam apenas em suas ganâncias desmedidas... São países capazes de humilhar e desprezar as nações mais pobres e seus ecossistemas... São países cuja necessidade de ficarem mais ricos (mais do que já são...) ultrapassa a barreira do preservacionismo, item que é de fundamental necessidade para a continuidade da sustentabilidade do ser humano e de seu habitat, que, além que lutarem pela sobrevivência coletiva, lutam contra à implantação de minas terrestres e se esquivam do bombardear esquizofrênico das grandes potências, evitando assim que as coisas belas da vida sejam destruídas.

Por que não trocar armas por plantação de árvores? Por não gastar na conservação do planeta? Por que?

Segundo especialistas o Estados Unidos, a Inglaterra, a França, Alemanha (os mesmos que nos cobram uma melhor gestão dos nossos ecossistemas mais que nada fazem para preservá-los...) destroem seus ecossistemas e gastam bilhões de dólares na compra de armas letais e as implantam no uso de guerras desnecessárias com a desculpa, de que as essas armas combatem o terrorismo.

Esses mesmos especialistas não têm dúvida quanto aos reais objetivos (?) desses não-sérios paises exploradores quando falam em preservação da natureza... Também não têm dúvida de que o que importa a esses países é o não-preservar, é o não-permitir a coexistência pacífica dos povos ultrajados, mesmo porque o que vale na verdade é o interesse nas fartas matérias primas dispóníveis e baratas, a fim ursupar e agregar valor e esconder suas maléficas intenções comerciais, que são: 1) explorar recursos naturais não renováveis, 2) fomentar a exploração de minérios agregados (financiando empresas nacionais detentoras de comoditties de alto valor de mercado), o que no frigir dos ovos degrada o meio ambiente deixando somente o vazio das grandes crateras, e 3) industrializar essas matérias primas (ferro, níquel, alimínio, etc...) em bens manufaturados para posterior revenda a países de origom, a preços exorbitantes, e o que é mais terrível: o usá-las criminosamente na fabricação de armas de destruição em massa.

Ao invés de uma "sobrevivência a qualquer custo" como querem esses déspostas, cairia melhor uma "sobrevivência humanizada" onde pudesse prevalecer entre as nações amigas o abraço fraterno contra os ataques desumanos do capitalismo globalizado. Mas isso não passa de utopia... Porque o que se nota é o crescente gasto, porque desumano, com armas de alta tecnologia, países destruidores e tão ganaciosos que investem contra a vida, contra o bem-estar do planeta, principalmente, contra verdadeiros santuários ecológicos como a Amazônia e a África... Tudo em nome da preservação da vida.

Segundo os especialistas de plantão a preservação dos seres vivos passa primeiro pelo resgate da dignidade humana, primeiro; e, não o contrário, como alguns querem: a manutenção dos investimento em tecnologias belicistas... dai que precisamos exigir - e com rigor! - desses nefastos países que resgatem o homem global do estado de pobreza absoluta que se encontra.

Preservação - moderna utopia? Acho que não... Em se tratando da Amazônia bom mesmo seria se o homem amazônico pudesse viver com dignidade, recebesse incentivo econômico e educativo tanto local como das nações poluidoras, e, usufruísse de digno salário, que o ajudasse a se manter e a preservar o meio ambiente.

Somos de um país continental, explorado, que fica excluído do desenvolvimento sustentável. E, em nossa região os números são alarmantes quando se fala em crime de biopirataria praticada pelos grandes laboratórios neo-conservadores para se apoderar de nossas riquezas e auferir lucros absurdos... Meu pai dizia sempre que a isso chamamos de roubo, assalto a alma do povo de outro país.

- Mas, até quando?

Foto: gvill3rmo
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